Submissão de Trabalhos


 

Orientações gerais para elaboração dos resumos e para a apresentação oral:

 

Os resumos deverão conter o máximo de 400 palavras, em fonte Arial 11, espaçamento simples, alinhamento justificado, parágrafo único.

O nome do autor responsável pela apresentação deverá ser escrito em letras maiúsculas.

O nome dos demais autores deverá ser escrito apenas com as iniciais maiúsculas.

A fim de minimizar conflitos de horário e encorajar a ampla participação no Congresso, uma pessoa só poderá ser apontada como apresentador principal em no máximo DUAS apresentações. O apresentador principal precisará, necessariamente, estar inscrito no congresso.

 

Apresentar afiliação de cada um dos autores.

 

Instruções para correta inclusão da afiliação:

a.    Use como critério inicial a instituição onde foi conduzido o estudo.

b.    Uma segunda inserção de afiliação possível é a instituição que deu algum tipo de apoio financeiro para realização do estudo.

c.    Não devem constar da afiliação: locais ou instituições de trabalho ou de ensino do profissional (salvo se enquadrados nos itens 1 ou 2). A afiliação não é minicurrículo.

d.    Ser aluno de uma instituição educacional, se ela não tem relação direta com o estudo conduzido, por si só não justifica citá-la como parte da afiliação.

 

Incluir de três a cinco palavras-chave.

 

 

Adotamos as normas de estilo e formatação da APA (American Psychological Association). Vide as instruções da 6ª edição do Manual da APA para elaboração dos resumos.

Também disponibilizamos as orientações abaixo como recomendações para adequação do vocabulário técnico da Análise do Comportamento, em particular para as apresentações de Estudos de Caso Clínico (em geral, as apresentações experimentais são mais precisas nos quesitos abaixo).  

1.   Há diferenças importantes entre objetivos psicoterapêuticoss e procedimentos usados pelo psicoterapeuta (manteremos o termo por ser de uso consagrado na área, mas de fato nos referimos ao Analista do Comportamento em contexto clínico) para atingir tais objetivos. A Comissão Científica optou, neste ano, por aceitar resumos que não explicitem os procedimentos. Recomenda, porém, que sejam expostos e descritos tecnologicamente na Exposição Oral. (Descrição tecnológica de um procedimento significa que a leitura da descrição daquilo que o psicoterapeuta fez basta para permitir a replicação direta do procedimento que foi utilizado. Pode-se dizer que a receita de um bolo é a descrição tecnológica do bolo. Assim, por exemplo, escrever “foram trabalhadas as dificuldades do cliente” não basta. O termo “trabalhadas” precisa ser convertido em comportamentos emitidos pelo psicoterapeuta. A tais comportamentos denominamos procedimento psicoterapêutico. Desta forma, por exemplo, para os objetivos do presente Congresso, faz diferença fundamental dizer para o público que o objetivo psicoterapêuticos foi instalar repertório de comportamentos assertivos, por exemplo, e descrever os procedimentos psicoterapêuticos empregados para instalar tais comportamentos assertivos (convém lembrar que o termo “assertividade”, embora de uso corrente na área clínica, é “mentalista”. Como tal, deve ser evitado e substituído pela apresentação de classes comportamentais às quais o expositor se refere quando usa o termo “assertividade”, bem como outros, tais como “inassertividade”, “agressividade” etc.) Só a segunda alternativa ensina.

 

2.   É importante apresentar a história de contingências de reforçamento. Não estudamos história de vida. O trabalho do psicoterapeuta não consiste em preparar biografia do cliente. Trabalhamos com história de contingências de reforçamento, que se caracteriza pela identificação de eventos de interação entre o cliente e seu ambiente físico, familiar, social em geral, com destaque às funções dos eventos e não mera descrição deles. História de contingências de reforçamento descreve a construção das funções dos eventos-estímulos (por que um “olhar” que tem função aversiva para determinado cliente, poderia ter função reforçadora positiva para outro, por exemplo) e das funções dos eventos-comportamentos (por que “calar-se” é comportamento de fuga-esquiva para um cliente e “falar” tem função análoga para outro, por exemplo). História de vida é um conceito clássico na psicoterapia clínica, mas tem pouca relevância na Análise do Comportamento. A função dos eventos com os quais o Analista do Comportamento lida tem origem histórica, porém, relatá-los como eventos que se sucederam ou simplesmente aconteceram não basta para detectar as funções que adquiriram.

 

3.   É importante apresentar a conceituação comportamental com a qual o psicoterapeuta está lidando: tanto a do cliente como a da sua atuação. Todos os fenômenos comportamentais que acontecem nas sessões devem ser remetidos à respectiva conceituação comportamental. Relatar o que o cliente disse ou fez e o que o psicoterapeuta disse ou fez, mesmo que os denomine de “comportamentos”, não transforma ações e dizeres em comportamento, se não estiverem inseridos numa conceituação comportamental. Nossas avós empregavam, por exemplo, o castigo de colocar nossos pais sentados no “cadeirão” para pensar nos seus atos de indisciplina; o que faziam, no entanto, não é a mesma coisa que a técnica de “time-out”, esta sim composta por procedimentos tecnologicamente descritos, e conceitualmente sistemática. Esta é uma diferença entre processo psicoterapêutico em um modelo da Análise do Comportamento e autoajuda!

 

4.  Os Estudos de Caso são enriquecidos se durante sua apresentação ficar clara a preocupação do(s) autor(es) em produzir mudanças socialmente significativas e que incorporem o terceiro nível de seleção. A explicitação dessa preocupação e a elaboração de procedimentos psicoterapêuticos visando a desenvolver tal repertório no cliente é importante avanço nos trabalhos clínicos. Denominamos como mudanças socialmente significativas as mudanças comportamentais produzidas pelos procedimentos psicoterapêuticos utilizados, que mudam a função dos comportamentos-alvo. Assim, uma criança “isolada” nos recreios da Escola terá sido beneficiada de forma socialmente significativa se adquiriu repertório comportamental de brincar com os coleguinhas no pátio. Não se desdenha progressos na direção do objetivo psicoterapêutico, mas o Estudo não se basta com avanços que não atingem novas funções desejadas.

 

5.   Terapia por Contingências de Reforçamento é um nome próprio, como tal, deve ser grafado com todas as iniciais em maiúsculas e acompanhado da sigla TCR entre parênteses. A mesma recomendação se aplica a outras denominações de psicoterapias dentro do espectro da Análise do Comportamento.

 

6.   É importante escrever contingências de reforçamento (CR) na primeira vez em que o termo aparece. Trata-se de termo técnico da abordagem. A palavra contingência não é termo técnico e não equivale ao termo completo. Nas citações seguintes, basta CR. A mesma recomendação se aplica aos termos que são próprios de outras denominações de psicoterapias dentro do espectro na Análise do Comportamento, quando o uso de abreviações for cabível.

 

7.   A expressão “déficit de repertório social” implica um déficit radical. Parece-nos mais apropriado redigir “déficit no repertório social”. Ou seja, a pessoa apresenta limitações no repertório social e não ausência de repertório social. Evite frases muito inclusivas. Assim, por exemplo, a expressão “repertório social”. Tenha cuidado com outras expressões desta classe.

 

8.   Evite gerúndio. Por exemplo, ao invés de redigir “controlamos o comportamento X, manejando CR”, escrever “o comportamento X foi controlado por meio do manejo de CR do tipo Y”.

 

9.   Evite uma redação pessoal, por exemplo: “fizemos”, “alteramos”, “manipulamos” etc. Substituir por: “fez-se” ou “foi feito”, “alterou-se” ou “foram alteradas”, “manipulou-se” ou “foram manipuladas”.

 

10. Use de preferência “por meio de... alterações nas CR” ao invés de “através de... alterações nas CR”.

 

11. Use o verbo desenvolver quando se tratar de ampliação, aperfeiçoamento, aumento de variabilidade de respostas já existentes. Use o verbo instalar quando se tratar de aquisição de novas respostas.

 

12. Não use a preposição “para”, pois ela indica uma conotação finalista-mentalista para o comportamento. Esse é o caso quando o termo “para” puder ser substituído por “a fim de”. Em tal situação NÃO USAR para (e nem “a fim de”!). Ex: a criança chora para (a fim de) produzir atenção (conceito finalista, estranho à proposta comportamental). Substituir por: a criança chora e produz atenção (eventos passíveis de observação). A partir destas duas asserções, o psicoterapeuta pode prosseguir com suas investigações e com o manejo dos eventos de interesse, e concluir se há ou não uma relação funcional entre eles.

 

13. Evite a reificação de termos. Por exemplo, opte por usar “os resultados incluíram” ou “os resultados foram” (note o uso do tempo passado, pois o relato se refere a fatos já ocorridos). Não use: “os resultados mostraram” (eles não mostram); “a escola disse” (a escola não fala) etc.

 

14. O processo psicoterapêutico, nos Estudos de Caso Clínico, envolve algum nível de análise, avaliação e intervenção em todas as sessões. Evite o uso da expressão “sessões de avaliação” ou até mesmo a divisão do texto em seção de “Avaliações”, pois tais usos propõem que há uma divisão arbitrária entre uma etapa de avaliação e outra de intervenção terapêutica. Há estudos, porém, que têm por objetivo distinguir procedimentos de avaliação (fazem uso de testes, escalas, inventários etc.) dos procedimentos de intervenção psicoterapêutica propriamente dita, nesses casos, desconsidere este item.

 

15. Evite expressões tais como: alta frequência ou baixa frequência de comportamentos quando estes não foram mensurados. Substituir por excesso funcional ou déficit funcional de comportamentos (explicite quais são eles, se for o caso).

 

16. Todos os trabalhos produzidos no ITCR devem conter, no título, o termo Terapia por Contingências de Reforçamento (TCR), pois é uma maneira de garantir que pesquisas feitas via internet localizem toda a produção da nossa proposta terapêutica.

 

17. Dê preferência ao uso de “ficar (ou estar) sob controle...” quando se referir às funções de eventos antecedentes. Assim, evite escrever: “o cliente ficou sob controle das consequências de seus comportamentos”; porém, adote “o cliente ficou sob controle das instruções do psicoterapeuta”. Por outro lado, procure usar termos como “o comportamento foi modelado, foi mantido, foi selecionado, foi enfraquecido, foi fortalecido etc.”, quando se referir às funções dos eventos consequentes. Por exemplo: os comportamentos da criança estavam sendo mantidos (ou foram instalados; ou foram selecionados; etc.) pela atenção dispensada pelos pais, que tais comportamentos produziam.

 

18. Fique atento a que comportamentos, e não repertórios, são punidos, reforçados etc.

 

19. Note que o psicoterapeuta não se comporta diante dos comportamentos do cliente. Opte por escrever: se comporta sob controle dos comportamentos do cliente.

 

20. O uso de termos da classificação do DSM só deve ocorrer como citação do uso feito por psiquiatras ou médicos. Tal Manual não é instrumento de avaliação do Analista do Comportamento (nem do psicólogo, de modo mais amplo). Trata-se de uma classificação essencialmente fenotípica, pois se detém na identificação das respostas apresentadas pelo cliente e não nas funções que tais respostas têm e, em segundo lugar, é organicista, pois assume que o funcionamento orgânico – a fisiologia em essência – explica comportamentos (pode-se aceitar com reservas a importância dos determinantes genéticos para as respostas de primeiro nível de seleção). É indiscutível que os comportamentos ocorrem num organismo – ele é o locus dos comportamentos –, cujo funcionamento neurofisiológico, constituição anatômica, disfunções constitucionais ou adquiridas etc. impõem limites, por um lado, e propiciam potencialidades, por outro, para a ocorrência de comportamentos. Como decorrência de tal concepção o uso de medicação e de outras possíveis intervenções médicas alteram estados corporais, que influenciam comportamentos. O Analista do Comportamento deve trabalhar em conjunto com o médico, tendo claro que ambos adotam modelos de classificação e de manejo das patologias (ou das dificuldades comportamentais) diferentes. O fato de haver uma aproximação entre a neurociência e a Análise do Comportamento não significa que os profissionais de uma ou outra área devem utilizar procedimentos que não lhe sejam próprios. Não cabe ao psicólogo indicar um exame por tomografia, nem identificar ou alterar remédios recomendados pelo médico, por exemplo. Por outro lado, as intervenções comportamentais supõem domínio de conceitos, conhecimentos de técnicas de atuação terapêutica e embasamento em procedimentos experimentais que não são próprios de formação médica. No entanto, uma atuação profissional não se rende a outra; elas se complementam. Enfim, a Análise do Comportamento adota o modelo psicológico, e não o modelo médico para conceituar o processo psicoterapêutico e implementar as intervenções. 

 

21. O verbo oferecer não é termo apropriado no sentido de consequenciar. Assim, deve ser evitada a frase: “a família oferecia atenção”. Substituir por “a família consequenciava o comportamento com atenção” ou “o comportamento X do filho produzia atenção dos pais”.  

 

22. Uma pessoa é identificada como “assertiva” quando emite, predominantemente, respostas das classes de comportamentos assertivos. Quais comportamentos compõem tais classes? Comportamentos assertivos, públicos e encobertos, são aqueles que produzem reforços positivos ou minimizam, pospõem ou evitam eventos aversivos para aquele que os emite e para pessoas que lhe são socialmente significativas, compondo contingências de reforçamento amenas, nas quais prevalecem reforços naturais em relação aos arbitrários. O acesso a reforços positivos e a diminuição de eventos aversivos devem promover o indivíduo, mas não à custa, desnecessária ou evitável, do outro. O indivíduo assertivo se comporta sob controle dos três níveis de seleção dos comportamentos (de acordo com conceituação de Skinner, 1990), merecendo destaque a importância do terceiro nível. Os sentimentos produzidos pelas contingências de reforçamento que controlam comportamentos assertivos são de bem-estar, autoestima, autoconfiança, responsabilidade consigo mesmo e com o outro e tolerância a frustração.” (Guilhardi, 2012, ASSERTIVIDADE–INASSERTIVIDADE EM UM REFERENCIAL COMPORTAMENTAL, p02.)

 

23. Há frequente confusão no uso das preposições sobre e sob. Nos resumos, “sob” geralmente significa “sofrendo a influência de...” Assim, por exemplo, João se comporta sob controle de contingências de reforçamento aversivas (e não “sobre”). Por outro lado, sobre equivale a “a respeito de”. Assim, por exemplo, “vamos falar sobre a timidez do cliente”.

 

24. Evitar a todo custo o uso de “sua, suas”. Gera muita confusão sobre a pessoa de quem se está falando. Assim, por exemplo, “o cliente brigou com a namorada e sua mãe”. Mãe dela ou dele? “O cliente ficava preocupado com a interação do filho com sua madrasta”. Madrasta é a segunda esposa do cliente (logo, madrasta do menino) ou é a segunda esposa do pai do cliente (logo, madrasta do cliente ou madrasta-avó do menino)?

 

25. É mais prudente usar o termo composto fuga-esquiva quando se referir a comportamentos controlados por reforçamento negativo. É muito difícil em episódios cotidianos separar comportamento de fuga por um lado, e de esquiva, por outro. Só use o termo isolado se houver evidência de sua correta conceituação. Vamos adotar a forma fuga-esquiva (e não fuga/esquiva ou fuga e esquiva).

 

26. Evite usar a expressão "a cliente trouxe como queixa...". Cliente não traz queixa; relata queixas.

 

27. Evite o uso da expressão “promover comportamentos” e substitua por “instalar comportamentos” ou “desenvolver comportamentos”, expressões tecnicamente precisas.

 

28. Assertividade e inassertividade são termos mentalistas; como tal, não são objeto de estudo da Análise do Comportamento. Existem comportamentos que podem ser adjetivados como assertivos-inassertivos. Não diga e nem escreva que uma pessoa tem muita ou pouca assertividade ou inassertividade. Diga ou escreva que ela tem, apresenta, emite muitos ou poucos comportamentos assertivos ou inassertivos, ou frases equivalente, tais como: “Em contextos profissionais, João emite usualmente comportamentos assertivos e autoconfiantes, enquanto que em situações sociais e afetivas costuma apresentar comportamentos inassertivos e de baixa autoestima.”

 

29. Comportamentos Assertivos: São classes funcionais (não fenotípicas) de comportamentos sociais que produzem consequências reforçadoras positivas sociais ou evitam, pospõem ou minimizam consequências aversivas sociais para si e para as pessoas de seu contexto social, a curto e a médio-longo prazo. Tais classes sociais produzem sentimentos de satisfação, de prazer ou de alívio e melhoram a funcionalidade das interações sociais. Assim, por exemplo, sorrir pode ser um comportamento assertivo ou inassertivo, dependendo da funcionalidade que tem em cada interação social particular; dizer “não” pode ser, de forma equivalente, um comportamento assertivo ou não, dependendo da funcionalidade que tem em cada interação social particular.

 

30. Autoestima e Autoconfiança são termos mentalistas; como tal, não são objeto de estudo da Análise do Comportamento. Existem comportamentos e sentimentos que podem ser adjetivados como de autoestima ou de autoconfiança.             Não escreva e nem diga que uma pessoa tem muita ou pouca autoestima ou autoconfiança. Diga ou escreva que ela tem, apresenta, emite poucos ou muitos comportamentos e sentimentos de autoestima ou de autoconfiança, ou frases equivalentes, tal como: “Em contextos profissionais, João emite comportamentos de autoconfiança e é muito admirado por seus comportamentos assertivos; já em ambientes sociais ou em interações afetivas, comporta-se aparentando comportamentos de baixa autoestima e seus comportamentos são quase sempre inassertivos.”

 

31. É comum o autor de resumos, de artigo e mesmo em exposições orais, usar o adjetivo “disfuncional” para qualificar comportamentos indesejados. Assim, “O cliente é governado por regras (ou autorregras) disfuncionais”; “O cliente emite comportamentos de fuga-esquiva disfuncionais” etc. Conceitualmente, todos os comportamentos são funcionais, uma vez que são emitidos e mantidos em função de contingências de reforçamento que os instalaram, que os evocam e que os mantêm. Como tal, seria conceitualmente impróprio denominá-los de “disfuncionais”. Sugere-se, então, que se usem as seguintes redações:

 

“O comportamento do cliente é governado sob controle de regras (ou autorregras) que produzem consequências indesejadas para o saudável desenvolvimento comportamental e afetivo do cliente...”

 

“Os comportamentos de fuga-esquiva emitidos pelo cliente produzem consequências indesejadas para um saudável desenvolvimento comportamental e afetivo do cliente...”

 

“Os comportamentos emitidos pelo cliente produzem consequências indesejadas para um saudável desenvolvimento comportamental e afetivo do cliente...”

Etc.

 

A fim de ficar mais clara a orientação, considere as seguintes situações:

 

1.    O comportamento de fuga-esquiva elimina, pospõe ou minimiza um determinado evento aversivo, mas produz:

 

A.    consequências outras, inesperadas, ainda mais aversivas;

B. consequências aversivas a médio-longo prazo não avaliadas;

C. consequências aversivas evitáveis ou exageradas para outrem.

 

2. O comportamento reforçado positivamente produz:

A. consequências reforçadoras positivas a curto prazo, mas aversivas a médio-longo prazo;

B. consequências aversivas evitáveis ou exageradas para outrem;

C. consequências aversivas associadas às consequências reforçadoras positivas.

 

3. O comportamento governado por regras:

A. não reduz, nem elimina, nem pospõe consequências aversivas, que poderiam ser alteradas sob influência de outras regras;

B. produz consequências aversivas em novos contextos onde é emitido;

C. não produz consequências reforçadoras positivas que estariam disponíveis no ambiente se a regra fosse outra.

 

4. Outros:

Notem que as alternativas 1, 2 e 3 acima são apresentadas como referências para o psicoterapeuta certificar-se de que os comportamentos emitidos ou os controles que determinam os comportamentos são danosos, prejudiciais (os quais denominávamos de “disfuncionais”).

 

Os resumos serão lidos e avaliados por pelo menos dois membros da Comissão Científica. Eles lhe enviarão, por escrito, comentários, recomendações ou sugestões de alterações (os quais poderão ser aceitos e incorporados no resumo, ou não, a seu critério) e indicações pontuais de alterações (que deverão ser, necessariamente, incorporadas).

Você deve rever seu resumo a partir da avaliação enviada, e devolvê-lo conforme solicitado. Isto feito, você receberá a confirmação da aceitação do trabalho para ser apresentado no Congresso e para publicação nos anais. Receberá, ainda, um certificado da Comissão Científica, constando que seu trabalho foi avaliado e aprovado.

 

 


 

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